Ai, amigo, adoeço de amor!
Dá-me xaropes,
Não me abandone à sorte,
Ai, amigo, quão grande é a dor!
As pernas sem tônus,
No coração há um sopro.
A dor do meu corpo,
paga, da alma,o ônus.
Já estou delirante
Preciso de médico
você é meu remédio
Sê, pois, meu amante.

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