Vens a meu encontro,
e, por ora, te tenho
- eterna é a linguagem dos amantes -
No ínfimo espaço de um café
o tempo perdura.
Não faz muito você sequer era para mim existência
Agora é o sabor que me alimenta.
Se tu cortas cebolas,
meus olhos choram a saudade do tempo em cesura
Falamos banalidades
relatos das ausências,
encontros pela linguagem
Te narro em uma linda história de ARMANDO!

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